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Análise à 20ª jornada da Divisão de Honra AFVR

Opinião por: Teixeira da Silva (jotesil@sapo.pt)

Mondinense, na deslocação que efectuou ao municipal de Santa Marta, fez o que lhe competia, - se ainda quer ser candidato - vencendo com relativa facilidade, o LOBRIGOS. Depois da sangria que o "Bila" perpetuou na equipa do Mondinense, esta equipa da região de Basto, passou por alguns revezes e teve que contratar à pressa um novo técnico e alguns - poucos - jogadores.

Os resultados têm sido razoáveis e depois da derrota do "Bila" no seu terreno contra o Régua, nasceu uma nova esperança para o Mondinense ao ser colocado no primeiro lugar. Até aqui, tudo bem. Porém, os homens do "apito", - não sei se instrumentalizados por alguém - cêdo começaram a trabalhar para que o "Bila" possa recuperar o tempo perdido. A arbitragem do senhor João Cabral, na jogo Vila Real - Murça, foi um escândalo. Cozinhou uma grande penalidade já em cima do fecho do encontro, que só ele é que viu, para não falar nos fora - de - jogo, que inventou, prejudicando fortemente a equipa do Murça. Como é possível a Comissão Distrital de Arbitragem não estar atenta a estas farsas? Se querem levar o "Bila" ao colo, utilizem outros meios, que nós cá estaremos para aplaudir. No final deste encontro o senhor Carlos Felisberto veio a terreiro dizer aos microfones da Rádio Voz do Marão, que a culpa é do terreno não estar em condições, estando a pensar na possibilidade de fazer os restantes jogos no pelado do Calvário.

Assim é que é falar. Então os relvados que toda a gente anseia já não são necessários para a prática do futebol...! Enfim, desculpa de mau pagador, como dizia a minha avó...! Antes de terminar este meu apontamento, gostaria de dizer aos vila-realenses, que tenho a maior simpatia pelo Sport Clube de Vila Real, e tenho muita pena que actualmente tenha necessidade de andar a mendigar vitórias pelas esquinas. Que saudades eu tenho dos Briosos e Castanheiras; dos Délios e dos Cunhas, e de tantos outros "monstros" do futebol trasmontano...

Mondim de Basto, é um dos 14 concelhos do distrito - talvez o mais pobre - que mais se esforça por garantir a prática do desporto à sua juventude. Mais de duzentos jovens de todos os escalões etários, praticam desporto nas nossas instalações desportivas, todos os dias. Até os mais velhos, não dispensam a sua preparação, exibindo a sua veterania saudável com grande afirmação. Não disse tudo que desejava, oportunamente darei mais algumas "dicas" para que Trás-os-Montes possa voltar a ser uma região respeitável e onde se possa conviver saudavelmente no desporto.

Foto: FR - Jogo entre Pegarinhos e Pedras Salgadas
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1ª Divisão Distrital - 16ª jornada: Vilarinho perde mas mantém-se no topo

A jornada fica marcada com as derrotas dos dois primeiros classificados, Vilarinho e Gache, que levou a uma maior aproximação dos perseguidores ao título, Sabroso de Aguiar e Salto.

Após a derrota do Gache na passada Jornada, que o afastou do primeiro lugar da tabela classificativa, uma posição que ocupava desde Outubro de 2009, o clube de Lamares voltou a perder, desta feita contra o Sabroso (2-1). O clube aguiarense aproveitou e aproximou-se perigosamente dos lugares cimeiros.

O ainda líder, Vilarinho FC, a jogar em casa emprestada (Municipal de Mondim de Basto) devido a castigo, tombou diante do Vilar de Perdizes, uma equipa que regressou em força aos campeonatos da AF Vila Real, e que se aproxima a passos largos para lugares que dão acesso á subida de Divisão.

O Fontelas que ocupava à partida para esta jornada a terceira posição , não foi feliz na deslocação a Salto trazendo na bagagem cinco golos sem resposta, e cai para o quinto lugar na tabela classificativa.

Confira os resultados e classificação abaixo.

Resultados da 16ª Jornada:

Salto 5-0 Fontelas
A Colmeia 2-0 Mateus
Vilarinho FC 0-2 Vilar de Perdizes
Sabroso 2-1 Gache
Fernão de Magalhães 3-0 Terras Montenegro
Noura 5-0 Barqueiros

Próxima Jornada (07-02):
Fontelas - A Colmeia
Mateus - Vilarinho FC
Vilar de Perdizes - Sabroso
Gache - Fernão de Magalhães
Terras Montenegro - Noura
Barqueiros - GD Cerva

Classificação:
1-Vilarinho FC 30 Pts.
2-Gache 29
3-Sabroso 27
4-Salto 25
5-Fontelas 25
6-Vilar de Perdizes 24
7-A Colmeia 19
8-Noura 17
9-Fernão de Magalhães 16
10-Mateus 14
11-Barqueiros 13
12-GD Cerva 10
13-Terras Montenegro 6

Foto: José Sousa
Legenda: Jogo entre Gache e Sabroso de Aguiar (31-01)
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Divisão de Honra - 18ª jornada: SC Vila Real vence e consolida liderança

Vila Real soma e segue, desta feita despachou com goleada a formação do Lobrigos, no terreno deste.

Apesar da réplica dada pela formação de João Carlos Silva, a turma alvi negra foi sempre superior e venceu com toda a naturalidade.

Mondinense, venceu em Pegarinhos e conquistou três preciosos pontos na luta pela subida e deixou a turma da casa numa situação cada vez mais preocupante, pese embora ainda falte muito campeonato e este jogo era sem dúvida complicado pelo valor do adversário.

Santa Marta vence em Valpaços, num jogo que ficou decidido ainda na primeira metade, pelo que aconteceu durante os 90m os locais não mereciam tal castigo, mas o futebol é assim mesmo, nem sempre quem melhor joga é quem vence. Com esta derrota os valpacenses, continuam numa situação complicada, enquanto que o Santa Marta está luta pela liderança.

Alijoense, tinha uma deslocação difícil a Fiolhoso, equipa que já não vencia faz muitos jogos e acabou por dar a volta ao placard, pois esteve a perder, mais uma vez o Fiolhoso demonstrou que em casa é uma equipa muito forte, o Alijoense soma assim a sua segunda derrota consecutiva.

Pedras Salgadas vence em Atei e convence, pois não é fácil jogar no Campo do Pombal, aonde a turma local costuma realizar bons jogos e desde a entrada de Carlos Silva ainda não havia perdido. Bráulio, aos 13 segundos, marcou talvez o golo mais rápido desta Divisão de Honra.

Vidago, conquista três precisos pontos em Boticas, perante um adversário que luta desesperadamente pela manutenção, mas a desperdiçar assim pontos, muito dificilmente o vai conseguir. Jogo onde os três golos foram apontados através de grandes penalidades.

Régua, recebia no seu reduto a sempre difícil equipa do Murça e conquistou uma justa vitória que bem podia ter sido mais dilatada, não fosse o desperdício dos avançados locais. O Murça bem tentou contrariar o favoritismo dos locais, mas esteve aquém daquilo que pode render, face á qualidade dos seus jogadores.

Ribeira de Pena, jogando perante a sua massa associativa, leva de vencida o Abambres que tarda em encontrar-se e está a pagar a factura de ter muita juventude no plantel. Jogando de forma descontraída, a equipa de Ralha consegue assim voltar ás vitórias.

Destaque nesta jornada para: Victor Paiva autor dos dois golos com que o Fiolhoso venceu o Alijoense, Portal que também visou e deu a vitória ao Vidago, Mário que fez dois golos e ajudou na vitória perante o Abambres, Leandro e Moura também visaram e ainda Braulio que fez dois golos para o Pedras, um deles talvez o golo mais rápido do campeonato. Ricardo Martins e Paulo Roberto marcaram para as suas equipas e beneficiando do facto de Fisga não ter marcado, ficaram mais próximos do avançado do Lobrigos.

Por: Fernando Ferreira
Foto: Roçadas Júnior
Legenda: Jogo entre Atei e Pedras Salgadas (31-01)
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Futebol de formação e as suas dificuldades

Existe uma evolução e bem notória nos escalões de formação do Distrito de Vila Real, fruto do excelente trabalho que algumas colectividades tem desenvolvido nos últimos anos.

Não é fácil trabalhar a formação, pois cada vez mais existem dificuldades, face á falta de apoios que muitas das vezes são direccionados somente para o escalão sénior.

Somos daqueles que defendemos, que as autarquias deveriam pagar as inscrições e os seguros dos atletas da formação, seria uma importante ajuda e que iria libertar os clubes de uma despesa que em alguns casos atinge milhares de euros, ao mesmo tempo seria um incentivo para que outros clubes pudessem também dedicar-se á formação, é um facto que os preços das inscrições atingem valores que não são comportáveis com a realidade económica da maioria das colectividades do distrito de Vila Real, também um esforço por parte da Associação em diminuir esse encargo, seria bem recebido pelos clubes e concerteza que iria aumentar o numero de equipas inscritas.

Era também importante, que algumas colectividades fizessem obras nos seus recintos desportivos, de forma a puder propocionar melhores condições aos jovens que ai praticam futebol, sei que é complicado porque o dinheiro é cada vez menos, mas mais uma vez seria preferível as autarquias investir em infraestruturas , dotar esses mesmo recintos de óptimas condições , de que única e simplesmente subsidiar os clubes para que possam alimentar o futebol sénior.

Existem muitos jovens atletas no nosso distrito, com enorme qualidade, que trabalham com muita determinação e até humildade, mas que infelizmente não possuem as mesmas condições de outros colegas, que competem em outros campeonatos, em outros distritos e que nada lhes falta, quantos jovens atletas no distrito de Vila Real, já ficaram pelo caminho, pelo simples facto de terem desistido, em virtude dessa falta de condições, do abandono por parte da sua equipa( Devido á falta de apoios) e muitos deles com enorme valor para puderem ir mais longe.

O futuro dos clubes da nossa associação, passa pelo maior aproveitamento possível das suas camadas jovens, tirar o maior rendimento delas e se possível rentabelizar algum activo que se tenha destacado mais, como já aconteceram com alguns casos, sendo o Simão Sabrosa o maior exemplo disso.

Está na hora dos clubes, se unirem mais em torno de uma causa, que pode ser o suporte para um futuro mais risonho, trabalhar as camadas jovens, exigir mais apoios junto das entidades competentes e acima de tudo previligiar antes demais o homem e só depois o atleta, se isso acontecer os resultados vão aparecer sem qualquer sombra de dúvida.

Quero deixar aqui uma palavra de apreço a todos aqueles clubes, que com imensas dificuldades trabalham a formação, que lutam diariamente para que hajam melhores condições, para aqueles que muitas das vezes até sacrificam a sua vida pessoal e profissional para que todos aqueles jovens que praticam futebol nos mais variados clubes da nossa Associação, tenham no mínimo as mesmas oportunidades, que outros jovens espalhados pelo Pais vão tendo.

Fernando Ferreira
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Divisão Honra AF Vila Real, um campeonato cada vez mais competitivo

Com 17 jornadas já decorridas o campeonato da Divisão de Honra da Associação de Vila Real, está cada vez mais competitivo.

Apesar do maior favoritismo, Vila Real e Mondinense tem sentido algumas dificuldades em levar de vencida alguns adversários , os factores podem ser de vária ordem, mas sem dúvida que neste actual campeonato qualquer equipa pode roubar pontos aqueles que são considerados os grandes favoritos é vitória final.

Hoje em dia, já se trabalha com rigor e com métodos que em nada ficam atrás dos campeonatos nacionais, aliás estou convencido que alguns técnicos da Divisão de Honra teriam sucesso noutros campeonatos, falta somente aquela oportunidade que infelizmente para alguns tarda em chegar, para outros nunca vai chegar, é o mundo do futebol que cada vez mais vai perdendo determinados valores.

Nada ainda está definido nesta Divisão de Honra, quer no que diz respeito ás subidas, quer á manutenção, existe claramente duas equipas que apostaram fortemente na subida Vila Real e Mondinense, mas que ao longo destas jornadas já passaram por muitas e delicadas situações, mas que em nada abala o objectivo inicial, nem Tao pouco a confiança por parte das suas massas associativas, talvez neste momento o Vila Real esteja mais forte, fruto dos resultados positivos e também da qualidade do seu grupo de trabalho, Mondinense possui um onze muito forte, atletas de grande qualidade, mas é notório que ficou a perder em termos de soluços, vamos aguardar pelas próximas jornadas, que podem ditar o vencedor desta Divisão de Honra.

Santa Marta, tem vindo a fazer um excelente campeonato, é uma equipa difícil de bater, possui jogadores experientes e com muita tarimba na distrital, acredito que vamos ter um Santa Marta a lutar pela subida( Mesmo que não seja esse o seu grande objectivo) até ao fim.

Alijoense , é uma agradável surpresa pelo simples facto de possuir um plantel com algumas limitações, pois é farto em qualidade, mas não em quantidade, pratica um bom futebol e sofre poucos golos face á sua excelente organização defensiva e não só, como o seu objectivo é ficar nos 5 primeiros lugares, não vai ser difícil o conseguir em virtude de tudo aquilo que tem produzido nestas 17 jornadas já decorridas.

Pedras Salgadas, mudou bastante o seu grupo de trabalho , saíram alguns atletas e entraram outros que dispensam apresentações face ao seu valor, a equipa mudou também um pouco a sua maneira de jogar, mesmo sem perder aquela identidade que caracteriza as equipas do Pedras( Jogar bom futebol) mas passou a ser mais pratica e objectiva e os resultados estão á vista.

Vidago e Régua ocupam a sexta posição, é um facto que se esperava mais do Vidago, com um plantel recheado de excelentes executantes, alguns deles com provas dadas até em campeonatos nacionais, mas nem sempre isso significa que se ganhe, existem vários factores que podem levar a isso, mas o potencial do grupo de trabalho está lá, por isso mesmo é de crer que esta segunda volta seja bem diferente para melhor para a turma do Vidago, por sua vez o Régua, tem vindo a realizar um campeonato dentro do esperado, face a uma serie de condicionalismos e um deles foi aposta clara em jovens numa perspectiva de futuro. Ficar entre os 8 primeiros é o objectivo dos reguenses que da época transacta somente conseguiram manter 6 atletas, incluindo dois da equipa B.

Atei, é sem duvida uma das boas equipas deste campeonato, iniciou mal a época o que acabou por ditar a saída de José Maria Sousa e a entrada de Carlos Silva e as vitórias começaram a surgir e a recuperação na tabela classificativa começou a sentir-se jogo a jogo, possui um plantel recheado de atletas experientes que tem sido fundamentais para esta boa classificação.

Ribeira de Pena, é uma daquelas equipas com potencial para conquistar pontos em qualquer campo, joga de forma aberta e costuma proporcionar bons espectáculos, mas nem sempre as exibições são condizentes com os resultados, dai pudermos dizer que se esperava mais deste Ribeira de Pena em termos classificativos.

Murça, é outra das formações que não ocupa um lugar condizente com o plantel que possui, tem perdido alguns jogos de forma inglória, mas também perdeu outros aonde faltou mais acutilância, mais eficiência na concretização, pratica bom futebol só que nem sempre chega para conquistar pontos.

Lobrigos, é uma agradável surpresa pela forma com se entrega ao jogo, tem sido um adversário valoroso e que muito tem dificultado a tarefa dos seus opositores, marca muitos golos, mas também sofre bastantes, talvez porque seja uma equipa que joga o jogo pelo jogo.Com esta atitude não será difícil ao Lobrigos se manter na Divisão de Honra.

Fiolhoso , é talvez a equipa que na condição de visitado, mais ocasiões de golo cria e desperdiça e de forma inglória, perdeu muitos pontos em casa nos minutos finais pela sua forma de jogar( Futebol de ataque) mas também conquistou alguns, em virtude dessa postura que é digna de registo, que será fundamental para a conquista da manutenção que é um prémio mais do que merecido.

Valpaços, tem vindo a recuperar a sua confiança, os níveis exibicionais já atingem outros patamares, mas a tarefa dos valpacenses não está fácil, o plantel sofreu algumas alterações com a entrada de novos jogadores, alguns deles ainda jovens, mas que já demonstraram todo o seu potencial, só que a luta pela manutenção vai ser terrível e qualquer erro pode ser fatal.

Abambres, sabia-se que a tarefa dos abambrinos não seria fácil, muitas saídas no plantel do ano passado e as entradas foram colmatadas com ex juniores e com atletas ainda com idade de júnior, que tem demonstrado ter valor, mas não o suficiente para colocar o Abambres numa posição confortável, pelo menos nestas jornadas que já estão decorridas.Em casa a formação orientada pelo Professor Zé Gomes, até tem tido boas prestações, só que os resultados não tem sido os melhores, dai esta actual classificação o que nos leva a pensar que se esperam dias difíceis para os lado de Abambres.

Pegarinhos, tem realizado um campeonato de altos e baixos, já conseguiu aliar bons resultados com boas exibições, mas também o contrario.Em casa o Pegarinhos é um adversário bastante incomodo, que joga o jogo pelo jogo e nunca baixa os braços, de realçar atitude dos seus atletas( Muitos deles Jovens) que tudo tem feito para que o seu clube possa alcançar a manutenção, sabe-se que não vai ser tarefa fácil mas não impossível.

Boticas, quem diria que a formação das terras do Barroso, ao fim de 17 jornadas iria ocupar a ultima posição , com apenas 7 pontos.O plantel inicial do Boticas tinha qualidade, até porque alguns jogadores possuíam e possuem experiência nesta divisão, mas a falta de sorte em alguns jogos acabou por ser determinante para a actual classificação.Não vai ser fácil a manutenção, algo terá que mudar nesta formação agora orientada por Marco Bernardes, caso contrario o destino está traçado, mesmo achando que existe matéria humana para puder fazer muito melhor.

Vamos aqui fazer referencia a alguns jovens jogadores que tem deixado bons apontamentos e prometem ser mais valias no futuro seja qual for a equipa.Leandro, Mica, Dioguinho, André Azevedo, Henrique e Luís Alves ( Vila Real) Ruben Andrade ( Mondinense) Cenoura e João Mário( Santa Marta) Márcio( Alijoense) Braulio, Diogo, Fafe, Dani e China( Pedras Salgadas) Hélio e André Oliveira( Vidago) Paulinho, Pedro Carvalho, Quinzinho , Zé Diogo e André Viamontes( Régua) Guima( Atei) Pisco ( Ribeira de Pena) Pedro, Cocas, Fábio André, Toni e Nuno Abreu( Murça) Lucas, Fisga, Juan, Mocas( Lobrigos) Huguinho, Pitrez e Nuno( Fiolhoso) Flávio, Hélio, António, Michael ( Valpaços) Pedro Venâncio, Rafa, Pedro Miguel, Barreira e Júlio( Abambres) Mãozinhas e Joel Ruro( Pegarinhos) Buba, Guimbas, Tribi, Ruca, Luizinho( Boticas).

Fernando Ferreira
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Campeonato da 1ª Divisão Distrital da AFVR está ao rubro

Está ao rubro o campeonato da1ª Divisão da AF Vila Real, com o líder do campeonato a sofrer um desaire caseiro perante o Vilarinho, que aposta fortemente na subida de divisão.

Existe qualidade em algumas das equipas que militam neste campeonato, assim como alguns jogadores que merecem uma oportunidade de jogar noutro escalão superior, outros por lá passaram e agora pelos mais variados motivos defendem estas colectividades, que passam por muitas dificuldades para puderem competir, face ao actual estado do futebol.

Também nesta divisão existem técnicos com qualidade e que a qualquer momento podem ingressar em clubes que disputam a Divisão de Honra, desde que lhes seja dada uma oportunidade, pois em termos de metodologia de treino não ficam a dever nada aqueles que militam noutros escalões.

Não é fácil, muitas das vezes cativar-se atletas que jogam pelo prazer de jogar, que acima de tudo gostam de defender o clube da sua terra, porque e infelizmente o nosso futebol caminha cada vez mais para um estado de autentica describilidade, que leva á desistência de clubes, ao abandono de dirigentes e jogadores.

Sabemos, que em vários jogos desta divisão, assiste-se a encontros bem interessantes, bem jogados, com uma total entrega dos jogadores, que limitam-se a defender as cores das colectividades que envergam num total amadorismo.

Daniel, Mário Rui , Hugo Ermida, Toni Monteiro ( Fontelas), Renato( Barqueiros) Coelho, Meninho, André Cardoso e Nelson( Vilarinho)Jalé, Francês e Alfredo( Colmeia) Márcio, Nelson, Jaiminho, Vítor e Cândido( Vilar de Perdizes) Chico Vasques, Zé Lameirão e Pimenta ( Gache) Armando Ribeiro , Xeubre, Zé Ribeiro ( Noura) Toni, Keko e Pascal( Sabroso) André Cruz e Jorge ( Mateus) Nheco( Cerva) são alguns atletas que já passaram pela Divisão de Honra, que continuam a demonstrar qualidade, para além de alguns jovens que merecem uma oportunidade de mostrarem todo o seu potencial noutro patamar.

Por: Fernando Ferreira

Resultados da 15ª jornada:
Mateus 1-3 Salto
Vilar de Perdizes 28/03 A Colmeia h2h
Gache 0-2 Vilarinho FC
Terras Montenegro 1-1 Sabroso
Barqueiros 2-1 Fernão de Magalhães
GD Cerva 1-0 Noura

Próxima jornada (31-01):
Salto - Fontelas h2h
A Colmeia - Mateus h2h
Vilarinho FC - Vilar de Perdizes h2h
Sabroso - Gache h2h
Fernão de Magalhães - Terras Montenegro h2h
Noura - Barqueiros

Classificação:
1 Vilarinho FC 30 Pts.
2 Gache 29
3 Fontelas 25
4 Sabroso 24
5 Salto 22
6 Vilar de Perdizes 21
7 A Colmeia 16
8 Mateus 14
9 Noura 14
10 Fernão de Magalhães 13
11 Barqueiros 13
12 GD Cerva 10
13 Terras Montenegro 6
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AFVR e a longa paragem do Campeonato Distrital de Juniores

Por: Nuno Almeida


No Campeonato Distrital de Juniores da AFVR, a competição parou na época de Natal e passagem de ano. Portanto, houve um interregno entre os dias 12 de Dezembro de 2009 e 9 de Janeiro de 2010. Como se não bastasse, esta paragem prolongada, para meu espanto, a Associação de Futebol de Vila Real emite um comunicado nº 61 no dia 5 de Janeiro de 2010, informando que a 9ª jornada passaria do dia 9-01-2010 para o dia 16-01-2010, alegando para um tal facto que passo a transcrever: “Em virtude de fundamentos apresentados por alguns clubes”.

Seria importante que todos os que de forma directa ou indirecta estão envolvidos neste campeonato, soubessem quais os fundamentos e os clubes que apresentaram os ditos “fundamentos”. Como continuação desta falta de consideração para com os clubes e respectivos atletas, passado dois dias, a Associação de Futebol de Vila Real emite o comunicado nº 62 7-01-2010, no qual volta a adiar a 9ª jornada para o dia 23-01-2010, alegando “evitar algumas acumulações de jogos com outros campeonatos”.

Será que a época não foi devidamente programada? Num campeonato que conta com 9 equipas, haverá justificação razoável para tantas alterações? Ou será para beneficiar ou prejudicar alguém? Só o tempo dirá.

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Futsal Feminino AFVR - Campeonato está ao rubro

A disputa pelo título continua ao rubroTerminada a 1ª volta do Campeonato Distrital de Futsal Feminino, constatamos que a disputa pelo título continua ao rubro, uma vez que deparamos com 3 candidatos bem posicionados para a conquista do mesmo.

Depois do domínio absoluto por parte da Associação Desportiva Flaviense, com a conquista de todos os campeonatos disputados, esta época surgiu uma aposta muito forte dos principais adversários da época passada, as duas equipas da capital de distrito.

A equipa do Alves Roçadas apostou fortemente, reforçando o seu plantel com jogadoras experientes requisitadas do competitivo campeonato do Porto, realizando um investimento jamais visto nos Distritais Transmontanos a nível feminino.

A equipa do Diogo Cão também se reforçou, pois para além de manter a sua equipa base, conseguiu o concurso de jogadoras com qualidade, vindas de outras equipas do distrito e fora deste.

A equipa da Flaviense foi a única das três candidatas que não se reforçou, apostando na continuidade do plantel de sempre e no regresso de antigas atletas.

A equipa da A. de Bombeiros de Vila Pouca também manteve o seu plantel, continuando a ser uma das equipas mais fortes depois dos três candidatos, podendo, no entanto, ver esta situação alterada com a saída de última hora de uma das suas melhores jogadoras.

O destaque vai para a equipa de Vilarandelo, que a participar pela primeira vez no campeonato, com jogadoras vindas de uma equipa do Desporto Escolar de Valpaços, tem apresentado um futsal de qualidade, superando na classificação outras equipas com muitos anos de competição e com tradição no Distrital.

As restantes equipas têm realizado um campeonato equilibrado entre si, mas sem ambição nem argumentos para disputarem os lugares cimeiros da tabela classificativa.

Neste campeonato, com equipas que têm os mesmos objectivos mas onde os meios económicos começam a ser factor decisivo, tudo pode acontecer. Podemos ainda juntar alguma polémica com casos de arbitragem, algo que começa a ser preocupante se tivermos em conta que se verificou um caso de agressão física a um árbitro por parte de um director em pleno jogo.

Os ingredientes estão lançados e o desfecho quanto ao vencedor é incerto.
Este fim-de-semana tem início a 2ª volta do Campeonato e logo com um jogo grande, já que se encontram o 3º e 2º classificados, respectivamente AD Flaviense e Diogo Cão, separados apenas por um ponto e com muito para decidir.

Domingo, pelas 17h no Pavilhão Municipal de Chaves, espera-se um jogo bem disputado e que poderá trazer alguma definição na luta pelo título.
Por: Paulo Silva Reis
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Era previsto e as estatísticas não enganam...

Desde sempre que o "Bila" quando tem que se confrontar com adversários que não pode abater, arranja outros meios para se desembaraçar deles, mesmo exercendo influências alheias para derrotar o adversário sem ser dentro das quatro linhas.

Senão vejamos: Não podia bater o "Mondinense" que era e ainda é o principal candidato ao título. Assim, há que lhe extorquir o técnico e mais alguns jogadores; Pensava o "Bila" ou melhor, pensa, que agora é trigo limpo, a vitória está no papo. Mas afinal, onde estão os resultados? Onde estão os grandes jogos e as grandes vitórias?
Sejamos sérios...com uma arbitragem normal, teria perdido o jogo no seu terreno contra o Atei, que lhes deu um festival de bola...

Obviamente que ao fim da primeira volta tudo aponta para que a pressão continue e se o "Bila" não acertar a bem, acertará a mal, com manifesto prejuízo do desporto trasmontano. O Mondinense, que no passado era um coitadinho, possui óptimas instalações (quiçá as melhores do distrito) e tem em formação mais de cento e cinquenta jovens, em todos os escalões.

O desporto é para ser visto e participado com alegria, com entusiasmo e com verdade. Doa a quem doer, o Mondinense vai continuar a bater-se dentro do terreno para ser campeão e voltar aos nacionais. E seria bom que a AF de Vila Real compreendesse que não só o "Bila" é seu filiado. Os direitos são iguais porque todos pagam por igual.

Opinião por: Teixeira da Silva
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Mondinense resiste, Vila Real mais próximo da liderança

Durante estes últimos dias, muito se tem falado sobre as mudanças ocorridas no Mondinense, quer da saída do treinador Carlos Felisberto, quer sobre os sete jogadores "vila-realenses" que rescindiram com o clube devido aos salários em atraso. À entrada para a décima terceira jornada, tudo apontava que o Mondinense ia se mostrar algo "fragilizado" perante uma das equipas sensações da Divisão de Honra, o Alijoense. Mas o que é certo, é que o Alijoense foi quem se mostrou aflito perante o bom futebol praticado pela equipa de Mondim de Basto e como o Mário André referiu a um órgão der comunicação social, "na primeira parte, o Mondinense podia estar a ganhar por 3 ou por 4".

Nem tudo está perdido para o Mondinense, que parece que ainda tem argumentos para batalhar na divisão de honra mas os salários em atraso é algo que pode, quem sabe futuramente, atrapalhar as aspirações ao conjunto orientado por Vitór Pereira.

Quem está a beneficiar das saídas dos atletas do Mondinense é o SC de Vila Real que, esta semana, anunciou quatro novos jogadores que estarão à disposição de Carlos Felisberto. De facto, esta nova vaga de jogadores que preenchem o plantel "alvi-negro", é na minha opinião, algo suspeito. Como é possível um clube que antes de acabar a época 2008/2009, já se falava em salários em atraso e que esteve em risco de desaparecer antes desta presente época começar, consegue demonstrar que é rico e sustentável?

Tenho muito apreço pelo Vila Real, e peço desculpa aos seus associados e simpatizantes por ser agressivo, mas não acham que aqui há gato? Nos tempos de crise, o futebol tem sido a indústria mais afectada, logo um clube que milita a divisão distrital, raramente é apetecivel para financiadores ou patrocinadores. Porque nos tempos que correm, apostar no futebol é um risco calculado.

Em contrapartida, o SC de Vila Real foi vencer ao reduto do Valpaços por um expessivo 0-6, e desta feita, está mais próximo da liderança, com menos um ponto que o líder Mondinense. A continuar assim (e se tivermos em conta a qualidade do plantel do Vila Real) muito dificilmente este "Bila" irá ceder nos próximos jogos. Ou será que sim? É que o Pedras Salgadas e o Santa Marta poderão surgir como os adversários de peso do Vila Real, que segundo constatei, estas duas equipas possuem planteis de óptima qualidade com um futebol digno de campeonatos profissionais.

Henrique Daniel Silva
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Do SC Vila Real ao Inter de Milão

Por: Henrique Daniel Silva

Na semana passada, o futebol da Divisão de Honra ficou marcado pela saída de Carlos Manuel do comando técnico do SC Vila Real, para assim dar lugar ao inexperiente Mike Patrick e seus adjuntos, contratados com o aval dos novos membros da comissão administrativa do clube “alvi-negro”. Uma notícia que foi dada em primeira mão (se preferirem, em exclusivo) pela equipa da RCA Desporto, mais uma prova de que estamos na “linha da frente do desporto regional”.

É certo que a informação relativa ao primeiro nome do actual treinador do Vila Real, demorou a ser dada correctamente. Isto porque a ânsia e a pressa de informar os nossos leitores falaram mais alto, e por esse incómodo, pedimos imensa desculpa. Mas o mais caricato de tudo isto é que outros órgãos de comunicação social também padeceram dessa mesma “confusão”. Dá a sensação de que todos vêm “comer ao mesmo bolo”.

A inclusão de Mike Patrick no comando técnico do SC de Vila Real foi uma aposta de risco da nova Comissão Administrativa. Houve quem não estivesse de acordo com esta mudança de treinadores. Primeiro, porque o técnico brasileiro, apesar de estar há muitos anos a viver em Portugal, não conhece a realidade do futebol da nossa distrital. Carlos Manuel, podia não ser um dos treinadores de “Top” na AF de Vila Real, mas tinha traquejo, algo que o Mike terá de adquirir o mais rapidamente possível se quer subir de divisão. O facto de ser apenas um jovem treinador (27 anos) e estar pela primeira vez num comando técnico de uma equipa sénior criou um certo “mal-estar” entre sócios e simpatizantes do clube. A experiência é a mãe de todos os saberes, algo que a massa adepta considera imprescindível para qualquer treinador. Ainda é cedo para tirar algumas ilações, mas uma coisa é certa, Mike Patrick terá um trabalho árduo pela frente no que diz respeito aos próximos encontros. O Pedras Salgadas, a Santa Marta e o Alijoense são adversários de peso e só a vitória pode interessar ao conjunto “alvi-negro” para acalentar o sonho da subida de divisão.
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Quem riu por último foi… o Santa Marta!

Por: Henrique Daniel Silva

O jogo grande desta jornada 7 da Divisão de Honra da A.F. Vila Real foi, sem dúvida alguma, o Mondinense – Vila Real que acabou com um empate a duas bolas. Muitos esperavam que o Vila Real partia para este jogo com menos favoritismo, alegando os últimos resultados conseguidos fora de portas como a goleada sofrida na Régua e o empate em Murça. Já o Mondinense, vinha de uma serie de bons resultados e a jogar em casa, prometia complicar a vida ao conjunto “alvi–negro”.

Mas na verdade foi o Vila Real a primeira equipa a estar em vantagem na partida onde esteve a vencer por 2-0, embora não estivesse a fazer uma exibição de “encher o olho”. A jogar com dez jogadores, o Mondinense não baixou os braços e fez relembrar aos mais cépticos que no futebol tudo é possível, e a prova disso, foi o empate conseguido nos instantes finais da partida, através de uma grande penalidade convertida por Jonas. Um penalti que deu a sensação de ser “forçado” pelo juiz da partida mas que nada tira o mérito ao Mondinense que fez pela vida.

Quem beneficiou do empate em Mondim de Basto foi o Santa Marta. A turma penaguiota venceu pela margem mínima o Boticas (2-1) e colocou-se no topo da classificação onde já lidera com 19 pontos, mais um que o Alijoense. Os próximos jogos do Santa Marta serão decisivos. Depois de jogar na próxima jornada com o vizinho Lobrigos, os penaguiotas terão que confirmar o seu bom momento contra equipas teoricamente mais difíceis, como Régua, Vila Real, Vidago ou Mondinense. Haverá quem defenda que será o início do fim da era Santa Marta, por não ser apontado como favorito na divisão de honra de Vila Real, mas no futebol, tudo é possível.
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SC Vila Real de novo ludibriado - Parte II

Na sequência da classificação da série B do Nacional da III Divisão (1ª. fase) da época 2008/09, o SCVR, Futebol Clube de Leça (FCLE), Grupo Desportivo de Moncorvo (GDM) e Futebol Clube da Lixa (FCLI) voltaram a defrontar-se, em duas voltas, para decidir quais os dois clubes que permaneceriam na prova federativa e aqueles que baixariam aos Campeonatos Distritais.

Chegada a última jornada, após vitória do SCVR sobre o FCLE por 5 a 4 na jornada precedente, em cujo jogo a equipa de Leça da Palmeira se bateu com dignidade e galhardia (registe-se e sublinhe-se!), apesar de não necessitar de pontuar, pois desde há muito tempo tinha a manutenção assegurada, o outro lugar que permitiria a permanência iria decidir-se no jogo FCLE-GDM, de cujo desfecho dependia a manutenção ou despromoção do SCVR e GDM, já que o FCLI se encontrava irremediavelmente no último lugar.


Nesse jogo, o GDM, para conseguir a manutenção, teria que vencer a equipa visitada, que patenteara enorme supremacia nesta derradeira fase do Campeonato, de tal forma que só havia perdido pontos no reduto vila-realense. Por seu lado, o SCVR, que visitava o FCLI para jogo que se afigurava fácil (e foi!), dada a fragilidade competitiva evidenciada pelo clube da Lixa ao longo da época, esperava, naturalmente, que o FCLE vencesse, expectativa fundada no curriculum da equipa leceira, reforçada pelo propósito manifestado pelos seus dirigentes – aquando do jogo em Vila Real, oito dias antes! – de que iriam dignificar o Desporto (leia-se não dar facilidades ou abdicar da vitória), ou seja, não falsear a verdade desportiva…Pois sim!... Na hora da “verdade desportiva”, o FCLE apresentou-se em campo com 10 (DEZ!) atletas habitualmente suplentes ou das reservas e com apenas UM titular que acabaria substituído por outro reservista… Em consequência deste inusitado, indecoroso, no mínimo, e de todo anti-desportivo comportamento do FCLE, o GDM venceu (pasme-se!) por 6 a 1, “conseguindo” assim a manutenção na III Divisão nacional, sendo o SCVR relegado para o Campeonato Distrital.


Face aos indesmentíveis factos descritos e às atinentes considerações produzidas, poder-se-á classificar o comportamento do FCLE de outra maneira que não seja de desvirtuamento deliberado da verdade desportiva, com prejuízo de terceiros? É por demais evidente que não! Tanto mais, que se saiba, não houve acidente nem desenteria ou qualquer outra maleita que tivesse incapacitado quase todos os atletas habitualmente titulares e que, “selectivamente”, deixasse ilesos/incólumes os restantes elementos do plantel… Ademais, a verificar-se tão abrangente impedimento pelos motivos aventados ou outros, tal não deixaria de ser notícia nos diversos órgãos de comunicação social, dado o ineditismo ou raridade do acontecimento. Ora, como tal não aconteceu, fácil é concluir que o afastamento de dez habituais titulares da equipa do FCLE no jogo em apreço não foi ditado por circunstâncias imprevisíveis… De resto, como na análise atrás expendida se sugere ou aponta.


Sendo certo que a subtil atitude dos responsáveis do FCLE não constitui ilícito, face às leis e regulamentos, não é menos certo que o estratagema está eivado de suspeição, pelo que se estranha e lamenta que nem a Associação de Futebol de Vila Real (AFVR) nem a Federação Portuguesa de Futebol (FPF) tenham denunciado e reprovado publicamente, como se impunha, tão notório atentado à ética desportiva, quanto mais não fosse por razões de ordem pedagógica.


Mas, à AFVR era exigível, também, manifestação pública de solidariedade para com o seu associado, pelo que não foi bonito, antes pelo contrário, que tivesse feito “orelhas moucas” ao comunicado em que os dirigentes do SCVR denunciaram as circunstâncias em que ocorreu a despromoção.


Do mesmo modo, é também de censurar o alheamento da Câmara Municipal de Vila Real em tão momentoso assunto, deixando sozinho o mais antigo e representativo clube desportivo da cidade na denúncia do embuste de que foi vítima, e sem uma palavra sequer de solidariedade em hora tão azedia para a colectividade, de resto, lamentavelmente, no peculiar estilo do seu Executivo – passividade ou frouxidão – quando se impõe acção ou reacção rápida e enérgica na defesa dos interesses de Vila Real.


Quanto à FPF, bom seria que promovesse estudos e iniciativas tendo em vista a implementação de medidas para prevenir e combater, no futuro, comportamentos e consequências idênticos aos verificados no jogo FCLE-GDM atrás referido, bastando para isso, em tais casos, a exigência de irrefutável e cabal justificação dos factos – que não mera “opção técnica” ou “gestão de recursos humanos”… -, sempre que do laxismo (ou compadrio!) de um clube , por não necessitar de pontuar, resulte benefício para o seu adversário directo e prejuízo de terceiros, mormente quando está em causa o título (campeão), promoção, permanência ou despromoção nos diferentes escalões das provas federativas e associativas. Aliás, as desejadas medidas, ora sugeridas, assentariam no mesmo espírito que subjaz à obrigatoriedade dos jogos das duas últimas jornadas dos campeonatos se realizarem no mesmo dia e hora.


Finalmente, um aceno de viva simpatia ao SCVR e de sincera homenagem a todos quantos – dirigentes, atletas, associados, adeptos e simpatizantes – contribuíram com apaixonada dedicação e sã vivência do Desporto para o seu enobrecimento ao longo de quase noventa anos, desde a sua fundação em Maio de 1920.


Claro que o amplexo configurado nas palavras precedentes abarca também os dirigentes do SCVR que, na senda dos seus antecessores, pronta e dignamente denunciaram o desaforo – por inusitado e incompreensível – de que resultou a despromoção do clube na época transacta.


Por último, o meu preito de reconhecimento aos actuais dirigentes do SCVR, pela dedicação que a disponibilidade para assumir a gestão do clube em fase de evidentes dificuldades só por si demonstra. E oxalá o seu exemplar empenho, que não será isento de dificuldades e sacrifícios, seja compreendido, reconhecido e apoiado por todos – vila-realenses, associados e simpatizantes – de forma a criarem-se as condições para que a médio prazo (que não em tempo breve, há que reconhecê-lo!) o SCVR ressurja no panorama do futebol nacional à altura dos seus pergaminhos. Para tal, bastaria que todos quantos gostam de Vila Real e do SCVR se dispusessem a ajudar o clube com entregas ou transferências bancárias – mensais ou trimestrais -, na medida das disponibilidades de cada um. Deixo o apelo.

Por: Abel José Teixeira Passos (Jogador SC Vila Real - Época 1958/59)
In: Notícias de Vila Real
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SC Vila Real de novo ludibriado - Parte I

No seu historial de quase noventa anos, o Sport Club de Vila Real (SCVR) – um dos pioneiros da prática do futebol na nossa região – protagonizou inúmeros êxitos desportivos que proporcionaram aos vila-realense, em geral, e aos indefectíveis adeptos, em particular, inesquecíveis momentos de acrisolado bairrismo e amor clubista.

Naturalmente, períodos houve de menos fulgor e até de sentidas decepções, como são sempre as descidas de divisão e também as goradas subidas de escalão, sobretudo quando aconteciam depois das expectativas iniciais, reforçadas ao longo da época, augurarem o melhor resultado final. Aliás, estas vicissitudes mais não são do que o “reverso da medalha” das competições desportivas, quando sadiamente praticadas. De resto, a estas contrariedades – despromoção ou não promoção – só as equipas dos três grandes do futebol português terão escapado, estamos em crer. Não se pense, todavia, que com esta afirmação se queira defender que seja esta a bitola por que hão-de aferir-se os valimentos dos clubes ou equipas, mas tão-somente sublinhar que tal ou tais reveses atravessam quase todo o espectro do futebol português.

Seria estultícia não reconhecer que há clubes de futebol mais antigos, muitos com palmarés incomparavelmente melhor, inúmeros da sua igualha e muitíssimos que ficam aquém do SCVR, quer considerando o conjunto dos vectores enunciados quer cada um por si. Contudo, no que respeita à conduta dos clubes e pessoas (corpos sociais e atletas) consubstanciada na lisura de procedimentos, atitudes e comportamentos no relacionamento com congéneres e adversários no campo de jogos, ou seja, na escrupulosa observância da ética, moral, civismo e desportivismo, o SCVR pede meças aos melhores. O SCVR está de certeza absoluta entre os impolutos. O SCVR não tem “rabos de palha”!

Pelo contrário, o SCVR já foi vítima, pelo menos duas vezes, da vileza que é o atropelo da verdade desportiva, tão bem sintetizada pelos latinos na paradigmática expressão “mente sã em corpo são”. E mesmo quando houve oportunidade de “ajuste de contas”, como, aliás, os trapaceiros temiam e adiante se verá, o SCVR comportou-se com a seriedade e verticalidade que lhe são próprias, intrínsecas. De tal forma, que os seus dirigentes e atletas – corria a época de 1955/56 – recusaram liminarmente, fora e dentro das quatro linhas, aceder aos rogos da equipa visitante (Futebol Club de Fafe/FCF) e à concomitante represália sobre terceiros (Sporting Club de Fafe/SCF) em jogo decisivo para aquele, que não para o SCVR que já tinha assegurado a passagem à 2ª. fase do Nacional da III Divisão.

Note-se, para melhor entendimento da situação vivida pelos dois clubes então existentes em Fafe, que naquele jogo o FCF tinha senão a primeira, pelo menos a rara oportunidade de suplantar o arqui-rival, o que só não aconteceu porque o SCVR não cedeu desviar-se dos princípios que o enformam e norteiam, isto é, agiu e actuou de forma a dignificar o desporto, em suma, pugnou pela verdade desportiva, como é seu timbre. E fácil é imaginar, sobretudo para quem porventura só agora tome conhecimento do sucedido, quão importante era o desfecho daquele jogo para os dois clubes de Fafe, dramático mesmo para aquele que não prosseguisse na prova, dada a hiper-rivalidade existente.

Ora como se deduz dos factos atrás relatados, quem passou à fase seguinte, conjuntamente com o SCVR, foi o SCF… Precisamente o clube que fora o protagonista-mor de descarado desvirtuamento da verdade desportiva que obstou que o SCVR prosseguisse disputando o Nacional da III Divisão da época anterior (1954/55) … E, por isso, receava hipotética represália por parte do SCVR… Represália temida, devido ao que se passou na última jornada da 1ª. fase daquela época; o SCF, com a qualificação garantida, recebia o Grupo Desportivo de Chaves (GDC), que necessitava vencer para prosseguir na prova; o SCVR, que jogava no “Calvário” partida que se antevia fácil (e foi!), expectava que o GDC não conseguisse os seus intentos, mas o que aconteceu foi a vitória da equipa flaviense, resultado que mais não foi do que a confirmação dos rumores que profusamente correram durante a semana que antecedeu a decisiva jornada… Desfecho esse, completamente rematado, coroado com manifestações públicas de mútuo regozijo em pleno campo de jogos, por parte de dirigentes, atletas e adeptos de ambos os clubes, com estes, em gesto que supomos inédito em tais circunstâncias, então e agora, a estenderem a festa de confraternização às ruas de Fafe.

Retomando a sequência cronológica – época 1955/56 -, é digno de registo episódio assaz curioso e deveras elucidativo – não sem antes lembrar, para que se não perca o encadeamento do sucedido, que nesta época o SCF só passou à 2ª. fase do Nacional da III Divisão devido à derrota do FCF frente ao SCVR que não precisava de pontuar, pois já tinha a qualificação assegurada -, que aconteceu quando a Direcção do SCF, após o jogo SCF-SCVR da 2ª. fase, obsequiou os dirigentes e atletas vila-realenses com um beberete, atitude que, por demais evidente, não podia dissociar-se do que se tinha passado na época anterior… E que assumia, claramente, a um tempo, acto de contrição e de desagravo.

Além disso, reforçando o evidente motivo da homenagem, na saudação ao SCVR o dirigente do clube anfitrião utilizou a parábola “Da dama em perigo, face à ameaça de um dragão, salva por um cavaleiro”… Alegoria que explicitou – afora o “dragão” talvez por prurido existencial… - não obstante ser perfeitamente entendível para os circunstantes, que viveram os acontecimentos. Em resposta, o presidente do SCVR, o saudoso e notável Dr. Álvaro Vilar de Figueiredo, no seu peculiar estilo pausado, conciso e incisivo, não enjeitou a oportunidade para confrontar os dirigentes do SCF com o que se passou na época de 1954/55.

Começando por dirigir-se aos “dirigentes do GDC”, a que sucedia a “correcção” em surdina – SCF – pela voz do director capitão Lobato de Sousa, o presidente retorquiu, ipsis verbis, “Fosse quem fosse essa dama, fosse quem fosse o dragão, o SCVR comportar-se-ia como se comportou. O SCVR nunca se vendeu, o SCVR não se vende, o SCVR nunca se venderá! Meus senhores, muito boa tarde!”, posto o que se seguiram os cumprimentos de despedida.(Infelizmente, salvo lapso de memória, apenas seis elementos, dentre os dirigentes e atletas de então, poderão testemunhar os eventos descritos. São eles, o director Alfredo Teixeira e os atletas Guedes, Quim (Joaquim Fernandes), Né (Óscar Barros), Rogério Amaral e o autor destas linhas, que, com um Até sempre!, envia àqueles amigos caloroso abraço. A propósito da referência ao lídimo e insigne vila-realense Dr. Álvaro Vilar de Figueiredo, não podemos deixar de manifestar estranheza pelo seu nome ainda não constar da toponímia da cidade. Prestigiado jurisconsulto, republicano, patriota e democrata assumidamente opositor da ditadura do Estado Novo, acrisolado bairrista, abnegado e sacrificado presidente do SCVR durante vários anos, bem merece essa distinção. Tal qual muitos conterrâneos e não só, aos quais dessa forma a cidade justamente já prestou tributo).

Entretanto, passados mais de cinquenta anos sobre os factos atrás evocados, de novo o SCVR é vítima de trapaceirice. Desta vez, o ludíbrio aconteceu há cerca de três meses, pelo que estará com certeza na memória de todos aqueles que sentem e vivem Vila Real e tudo quanto lhe diga respeito. Não obstante, recorde-se o espúrio acontecimento e registem-se as pertinentes considerações que tão insólito caso suscita, para o preservar do esquecimento, à guisa de “certidão para memória futura”… Expressão judicial, aqui e agora não de todo descabida!...

Legenda da foto:
SC Vila Real época 1958/59
Em cima: Platas, Abel Passos, Né Óscar, Bibelino, Ângelo, Hélder, Garófalo (treinador/jogador), Roldão
Em baixo: Lutero, Matos, Avelino, Castanheira, Borges

Por : Abel José Teixeira Passos (Jogador SC Vila Real - Época 1958/59)
In: Notícias de Vila Real
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Treinador de Bancada # 5

Esquemas Tácticos

As regras do futebol não determinam especificamente outras posições além do guarda-redes. Porém, com o desenvolvimento do jogo, um certo número de posições especializadas foi criada. As posições principais no futebol são:
O guarda-redes é quem protege a baliza. É o único jogador que pode usar as mãos, e mesmo assim só pode usá-las dentro da área de baliza e tem o tempo de 6 segundos para recolocá-la em jogo. A sua função é impedir que a bola passe pelas traves da baliza.

Os centrais têm a função de ajudar o guarda-redes a proteger a baliza, tentando desarmar os atacantes adversários.

Os laterais ocupam as laterais do campo. Também ajudam o guarda-redes a proteger a baliza e normalmente são os responsáveis de repor a bola em jogo quando esta sai pelas linhas laterais do campo.

Os médios, têm basicamente a função de fazer a ligação entre a defesa e o ataque da equipa, actuando tanto na marcação como nas jogadas ofensivas.

O avançado tem a função fundamental de fazer o golo logo estão normalmente no campo adversário.

As posições definem a área do campo de actuação de um jogador, mas não o prendem a ela. Jogadores podem trocar de posições, sendo isso bem frequente. Os guarda-redes têm uma mobilidade menos versátil por sua função, mas também podem participar de cobranças de faltas e cantos.

O número de jogadores em cada posição define o esquema táctico da equipa, sendo os mais comuns na actualidade o 4-4-2, o 3-5-2, 4-3-3 e o 4-5-1.

Roçadas Júnior (Comentador Desportivo)

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Treinador de Bancada # 4

Continuando a falar de esquemas tácticos , já falamos do 4-3-3 e do 4-5-1 , neste artigo vamos falar do 4-4-2.

O 4-4-2 é um sistema que está presente no futebol a cerca de 20 anos, foi muito utilizado na década de 90 (principalmente no Brasil) por permitir uma enorme variação de posicionamentos, principalmente do meio de campo para a frente, e também por designar 2 jogadores para cada posição, facilitando a distribuição de tarefas. Utiliza-se, nesse sistema dois laterais que se alternam no momento do apoio ao ataque, um médio mais centralizado e outro que faça cobertura dos laterais, dois médios que participem da marcação e cheguem bem à frente, um atacante mais “de área” e outro com boa movimentação.

O 4-4-2 da figura ao lado chamado “4-4-2 Losango” tem por característica a facilidade de se montar triângulos no seu posicionamento pela disposição dos atletas em campo. Pode ser ofensivo com um trinco e três médios mais avançados no terreno , ou defensivo com três médios mais recuados e apenas um com características mais ofensivas.
As principais características deste sistema são:
- número equilibrado de jogadores em cada compartimento do campo;
- boa ocupação de espaço nos três sectores;
- pode ser ofensivo ou defensivo com poucas alterações.
- o apoio dos laterais não é protegido com muita eficiência;
- com os médios a jogar em linha cria-se uma distância com os atacantes;
- com o losango, há espaço para o adversário nas laterais na linha média.

Roçadas Júnior (Comentador Desportivo)
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Balneário com Saude #3


Continuando a falar da Massagem Desportiva e dando seguimento á matéria do artigo anterior , vamos falar do Durante e Após.
Durante :

-É relativo e depende do que se trata
-Intervalo de um jogo ?
-Competições em diferentes dias
-2-3 minutos lento
-1-2 rápido
-Desligamentos e pressões deslizantes.

Após :

-Situação comum à massagem de relaxamento
-35,-60 lento

Tudo isto se resume á seguinte forma: fazendo um bom aquecimento e posteriormente bons alongamentos de certeza que as lesões vão ser menos frequentes . Associado a tudo isto a massagem ajuda a prevenir, certas lesões que passamos a enumerar :

-Aguda: ocorre subitamente
-Crónica: desenvolve-se durante um período longo
-Tecidos moles
-Tecidos duros
-Lesões Agudas de tecidos Moles:
-Distensões, contusões, abrasões, perfurações, cortes, entorse, luxações e sub-luxações
-Lesões Crónicas de tecidos Moles:
-Distensão muscular crónica,tendinite
-Lesões Agudas de Tecidos Duros:
-Fracturas (Simples ou expostas)
-Lesões Crónicas de tecidos Duros:
-Fracturas de Stress
Um Abraço e ate breve
Foto: Alexandre Almeida ( Xano)
Massoterapia/Tec.Aux.Fisioterapeuta
Massagista (G,D.Fiolhoso)
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Treinador de Bancada # 3

Neste artigo vamos continuar a falar de esquemas tácticos, o escolhido de hoje é o 4-5-1, um esquema de jogo razoavelmente moderno dentro do mundo do futebol, consiste em utilizar 4 defensores(2 centrais e 2 laterais), 5 jogadores de meio campo e apenas 1 avançado, além do Guarda Redes. Muitas equipas utilizam um desdobramento do 4-5-1, ou o 4-4-1-1, que ao invés de jogar com uma linha de 5 jogadores no meio-de-campo, utilizam uma linha de 4 jogadores no meio e 1 nas "costas" do homem mais ofensivo, (como actuou Zidane na Campeonato do Mundo 2006).
Esse esquema permite uma melhor distribuição dos jogadores em campo na marcação, quando a equipa não tem a posse de bola. Normalmente é usado o sistema de "back line", isto é: todos os jogadores atrás da linha da bola participando directamente da marcação, as vezes com excepção do avançado.
Jogar desta forma também permite às equipas uma transição rápida para o ataque. O meio campo normalmente se distribui com dois jogadores pelas laterais e três mais centralizados. Assim, geralmente quando a equipa fica com a posse de bola, os médios laterais encostam no avançado que se tornam praticamente os chamados pontas. Os outros três médios saem com a bola e organizam o jogo na tentativa de chegar ao ataque.
Assim, o sistema ofensivo de jogo se torna praticamente um 4-3-3 à moda antiga, podendo variar a um 3-4-3 com a subida de um lateral. O sistema defensivo varia entre o 4-5-1, e o 4-6-0(quando o atacante entra no "back line" e um 5-4-1 ou 5-5-0 (se um meio-campista voltar para fazer a função de libero)
Os melhores exemplos de equipas que actuam ou actuaram no 4-5-1 são a França, Portugal a Itália e a Noruega, cada uma dentro das suas características próprias de sistemas ofensivo e defensivo.



Roçadas Júnior (Comentador Desportivo)
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Leis do Jogo

Lei 11 - Fora de jogo






Posição de fora de jogo


Estar em posição de fora-de-jogo não constitui por si só uma infracção.
Um jogador encontra-se em posição de fora-de-jogo se estiver mais perto da linha de baliza adversária do que a bola e o penúltimo adversário


Um jogador não se encontra em posição de fora-de-jogo se:
· estiver no seu próprio meio campo ou
· estiver em linha com o penúltimo adversário ou
· estiver em linha com os dois últimos adversários


A posição de fora-de-jogo só deve ser sancionada se, no momento em que a bola é tocada por um colega ou é jogada por um deles, o jogador toma, na opinião do árbitro, parte activa do jogo:
· intervindo no jogo ou
· influenciando um adversário ou
· tirando vantagem dessa posição

Não há infracção de fora-de-jogo quando um jogador recebe a bola directamente de:
· um pontapé de baliza ou
· um lançamento lateral ou
· um pontapé de canto

Infracções / Sanções
Por qualquer infracção à Lei do fora-de-jogo o árbitro concederá à equipa adversária um pontapé-livre indirecto que deve ser executado no local em que a falta foi cometida.
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Boccia - Um desporto para todos

O que é o Boccia?

O jogo de Boccia é um desporto jogado entre duas pessoas ou duas equipas (3 ou 2 elementos), que consiste em lançar um conjunto de bolas (azuis/vermelhas) e situá-las o mais perto possível de uma bola alvo de seu nome JACK previamente lançada por um jogador. O adversário por sua vez, tentará situar as suas bolas o mais perto possível da bola alvo, ou remover as bolas dos seus oponentes (sendo considerado um jogo de estratégia).

História: Os primeiros sinais de existência deste jogo remontam a alguns séculos antes de Cristo, a um túmulo de um jovem faraó egípcio onde foram descobertas 2 bolas de pedra um pouco maiores que as bolas de ténis, próximas de uma bola mais pequena que deveria ser usada como bola alvo.
A este primeiro testamento histórico juntar-se-á mais tarde o contributo dos gregos e dos romanos ao jogarem este jogo, agora com bolas em pele. O Boccia chegou mesmo a fazer parte dos jogos olímpicos dos gregos, como forma de divertimento, identificando-se como um jogo de "atirar bola ao ar".
Há também dados da introdução do jogo na costa florentina no séc. XVI pela aristocracia italiana mas tudo aponta no sentido de terem sido os romanos que trouxeram o jogo do sul de França na qual ainda hoje se pratica a conhecida petanca.
Assim durante séculos as pessoas juntaram-se nas ruas, nos parques, jardins para jogar Boccia sobre vários nomes: bochs, boulle, petanca, bowling e outros.
O Boccia enquanto modalidade para os sujeitos com Paralisia Cerebral teve a sua implantação e desenvolvimento nos últimos 20 anos assumindo o papel de grande interesse para a reabilitação do deficiente a nível recreativo e competitivo.
Na verdade o jogo tem sofrido um desenvolvimento fantástico, a nível técnico e táctico, com número crescente dos participantes, número e diversidade de competições, e material utilizado.

No próximo artigo iremos falar da forma como o Boccia foi implantado em Portugal.

Prof. António Leite
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